2026/04/09

Audi A3 Sportback 2.0 TDI — Opção acertada

á alguma vez desejou um carro maior que o A3, mas mais pequeno que a carrinha A4? Pois bem, a A3 Sportback
é a solução apresentada pela Audi. Excelente qualidade
de construção, boas prestações e um design atraente
são os principais trunfos deste modelo.

legante e apelativo. Assim se define, em termos estéticos, a variante mais funcional do Audi A3 Sportback, que, todavia, não está bem definido quanto à sua tipologia: não é um hatchback, uma carrinha nem um coupé, mas antes uma bem conseguida fusão destes três conceitos. De facto, quando se avista pela primeira vez este modelo, não se percebe bem que tipo de carro é. Porém, o design deste automóvel não deixa qualquer pessoa indiferente, onde a classe e a agressividades da grelha talvez sejam o ponto forte deste novo conceito apresentado pela Audi.
Relativamente ao interior, não foge muito à excelente qualidade que esta marca sempre nos habituou, não existindo muitas críticas negativas a fazer. Já em termos de equipamento disponibilizado de série, é não mais do que o correcto para um modelo deste segmento e preço, onde se destacam os seis airbags, ABS, ASR, EDS, ESP, suspensão desportiva, dupla regulação do volante, ar condicionado automático bizona, rádio com leitor de CD, fecho centralizado com comando e vidros e retrovisores de controlo eléctrico.

Boas prestações
Há quem afirme que os motores diesel que acompanham os mais recentes Audi são, provavelmente, os melhores do mercado. E este 2.0 TDI da conhecida marca dos cinco anéis vem provar isso mesmo.
Com recuperações extremamente interessantes e com uma excelente posição de condução graças aos múltiplos acertos que se podem fazer no volante e banco do condutor, guiar este Sportback é um verdadeiro prazer. As ultrapassagens são feitas sem muito esforço e sem necessidade de se socorrer a mudanças mais baixas, e se se distrair rapidamente ultrapassará a velocidade permitida por lei. Prova disso são os cerca de 207 km/hora de velocidade máxima, sendo a distância dos 0 aos 100 km/hora percorrida em suaves 9,5 segundos. Relativamente ao consumo combinado apresentado pela marca, 5,5 l/100 km é quanto gasta este modelo testado pela OLÁ! Semanário.
Por tudo isto e muito mais, para todos aqueles que desejem comprar um carro com ar desportivo, comportamento dinâmico bastante bom e um nível de conforto elevado, terá de pagar cerca de 42.500 euros. Um valor que nos parece um pouco elevado, mas é o preço para se ter um dos melhores automóveis desta gama a circularem nas estradas.|

Almoço de Família

Política, a Educação, o Sexo, a Cultura, e o Trabalho com o mais puro veneno

O Cinema Mundial
, encerrado em Março de 2004 por razões de segurança e fraca afluência de público, tinha três salas, mas por agora apenas uma delas abriu ao público para apresentar a peça “Almoço de Família”. Versão adaptada para Portugal da comédia francesa que tem feito o êxito imparável da dupla Chevaliers du Fiel, “Almoço de Família” é um hino inspirado à família tal como ela é.
“Quem vai ficar com a sogra neste Natal? Quem é que tem sempre razão? Quem é que é o verdadeiro falhado? Quem canta de galo, mas no momento da verdade cacareja de galinha?” Nesta peça estão reunidos os ingredientes para que este almoço seja semelhante aos de muitas famílias. Os irmãos e actores Paulo e Pedro Pereira representam nesta peça o confronto de personalidades entre dois cunhados. O autor Eric Carrière, doutorado em Sociologia, criou duas personagens estereotipadas: um é Cajó, um pequeno empresário burguês, pouco culto, convicto das suas opiniões, o típico de novo–rico, com ideias de direita; o outro é Tó Zé, professor de esquerda, ecologista, liberal cuja militância se vai perdendo ao longo do almoço.
O ponto alto da encenação fica por conta do grande humor da dupla que promete muita entrega e uma grande energia e, em troca, os actores esperam muitas risadas.
Os dois irmãos, Paulo, 39 anos, e Pedro Pereira, 33, são de uma família tradicional ribatejana e trabalham juntos profissionalmente há 17 anos. O Pedro participa, como cantor, num projecto denominado “Orquestra Nova Harmonia” liderado pelo maestro José Marinho. O seu irmão, Paulo foi, entre 1990 e 1992, pianista da cantora Mafalda Veiga. Em 1989, os irmãos fundaram com os amigos Paulo Vilares e Naná Nunes, os Meninos d’Avó, uma banda que gravou dois álbuns de originais e que se encontra neste momento em fase de “hibernação”.
A peça está em cartaz desde a abertura do “Festival Internacional de Humor de Lisboa – RIR”, no dia 22 de Outubro do ano passado e já acumulou vários espectadores.
Agora chegou a vez do cinema Mundial receber esta peça que promete uma boa dose de risadas e de humor.|

A questão dos negócios e das comissões pode marcar o próximo debate

Santana Lopes partiu a meio da semana para a campanha com a consciência que tinha mesmo que recuperar o tempo perdido no último fim-de-semana. A campanha estava dentro do previsto, o debate de quarta-feira e a entrevista de quinta-feira na RTP tinham-lhe corrido bem.

Santana Lopes
partiu para a rua, depois do interregno das férias de Carnaval, que aproveitou para, como primeiro-ministro, ir a Monte Real, anunciar a utilização civil do aeródromo militar. Foi de Falcon, numa viagem que deveria ter feito de carro ou de helicóptero, e acabou por pagar o preço disso. O remendo argumentativo, misturado com a descontraída imagem de estadista com a família, em S. Bento, que passou na terça-feira de Entrudo nas televisões, não foi suficiente para neutralizar o erro da visita, a que Paulo Portas, avisadamente, não compareceu.
Consciente da situação política, o líder do CDS/PP não quis aparecer ao lado de Santana Lopes, como ministro da Defesa a meio da campanha eleitoral. E começou mesmo na quarta-feira seguinte, depois do banho de multidão nos mercados de Aveiro, a responder directamente a Santana Lopes, que no dia anterior havia dito que a campanha de rua e dos sacos de plástico não se adequava a este tempo. O parceiro de coligação do PSD aproveitou para directamente atirar ao primeiro-ministro, dizendo que um político que não se misture com a população está a caminho do desemprego.
Foi este o primeiro sinal claro de que o CDS está, neste momento, mais interessado em aproximar-se do PS, apostando tudo numa vitória de José Sócrates, sem maioria absoluta.

A questão da maioria absoluta

À direita e à esquerda, depois deste Carnaval, a questão política é esta: ou há maioria absoluta do PS, ou então tem que haver uma coligação que garanta um governo estável. A dúvida instalada foi meticulosamente montada pela joga do “Público”, articulada com a campanha socialista, usando a notícia falsa sobre Cavaco Silva. O distanciamento do antigo presidente do PSD da vida partidária foi explorado inteligentemente pela campanha socialista. Ciente que Cavaco Silva não se queria envolver na campanha e que prejudicaria uma acção inteligente, com a teimosia de se manter distante, os socialistas aproveitaram a notícia falsa para relembrar o artigo de Cavaco Silva sobre a má moeda e a necessidade de serem afastados os políticos incompetentes, numa alusão clara do antigo primeiro-ministro à liderança do seu partido. Ainda que Cavaco Silva em comunicado no dia seguinte tenha negado o prognóstico de que seria vantajoso uma maioria absoluta do PS, o certo é que não afirmou claramente a necessidade de uma vitória do centro-direita, o seu espaço político tradicional, e quem lhe deu a maioria em três eleições legislativas consecutivas.
Era o bastante para a questão da maioria absoluta voltar à agenda, depois de, aparentemente, encerrada com o debate entre Sócrates e Santana Lopes, em que o líder socialista não tinha conseguido apresentar-se como alternativa ao actual primeiro-ministro.

A vitimização e a vítima

Santana Lopes perdeu a oportunidade de manter o nível elevado de expectativa do seu lado. Estes três dias de campanha poderão ter sido decisivos, admite-se do lado do PS. Santana Lopes preferiu recuar para a vitimização de novo, acantonando-se num campo que domina e explorando o aspecto familiar, para marcar a diferença com Sócrates. Foi excessivo, porque o assunto já estava esgotado com a questão da vida privada do líder socialista e o debate à volta dos rumores, claramente favorável ao PSD.
E dando este espaço, a campanha socialista aproveitou em pleno. A denúncia das conversas de bastidores com o Bloco de Esquerda poderão ter abortado as negociações para uma coligação de esquerda, ou mesmo para acordos de incidência parlamentar. A questão europeia e de defesa, como aliás Paulo Portas fez questão de lembrar, inviabilizam a maioria de esquerda, e qualquer situação de governo minoritário, embora legítima, é sempre instável. Mesmo que o PS decida, como aconselha Almeida Santos, avançar para um Governo minoritário, caso ganhe as próximas eleições com maioria relativa, a situação não deverá ser sustentável a prazo, pelo que meses depois o Governo socialista deverá cair na Assembleia da Republica, ficando sempre o PS em situação pior que aquela em que se encontra agora.
É neste contexto que os socialistas preferem equacionar já as alternativas à maioria absoluta. E para haver estabilidade elas passarão sempre por um acordo parlamentar ou governativo com o PSD ou com o PP. E, neste contexto, o acordo celebrado entre Portas e Santana Lopes, antes da campanha, inviabiliza esses entendimentos, pelo que acabará sempre por ser colocado de lado. Portas aposta no afastamento de Santana Lopes para dizer que as circunstâncias mudaram e o interesse nacional justifica entendimentos entre o PS e o PP.

PP está a negociar com o PS

Neste momento, há militantes do PS e do PP que já estão a preparar os entendimentos possíveis, soube o SEMANÁRIO. Portas quer a Administração Interna e provavelmente aceita o referendo sobre o aborto e exige o adiamento da co-incineração dos resíduos perigosos, em Coimbra. Mas, à semelhança do que se passou com o partido liberal alemão, um entendimento com os socialistas, com incidência governativa, poderia ter uma componente internacional, ficando Portas com o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Mas, do lado do CDS equaciona-se ainda o cenário de Santana Lopes poder ficar à frente do PSD e de não haver condições políticas para entendimentos com incidência governamental. Ou, a haver, o líder fica de fora, mandando eventualmente Nobre Guedes para a coligação. Esse governo manteria alguma continuidade das políticas que vinham de Durão Barroso até que o novo Presidente da República pudesse dissolver o Parlamento e convocasse eleições legislativas antecipadas, podendo nessa altura e em melhores circunstâncias o PSD e o PP aparecerem coligado pré-eleitoralmente, como aconteceu em 1979, a seguir ao governo PS/CDS.
Para o PP é agora que tudo se joga: Portas tem consciência que Santana Lopes lhe deu uma oportunidade para crescer, ele que estava a ser diminuído no Governo de Barroso e quer acabar de vez com a possibilidade do PSD o desfazer. Por isso tudo fará a partir de agora, para que a esquerda vença as eleições e precise do seu apoio parlamentar para governar. É táctico e inteligente para a sobrevivência do PP.
Diante desta estratégia, Santana Lopes tem que lutar sozinho, não podendo contar com os barões do cavaquismo, e aparentemente nem mesmo com o próprio Cavaco Silva, que não disse expressamente desejar a vitória do seu partido e que incompreensivelmente não devolveu o cartão de militante do PSD, como seria normal.

A questão dos negócios do PS

Mas, a partir deste momento, Santana Lopes já não tem espaço para a vitimização. Mais vitimização transforma-o em vítima e autor da sua própria desgraça. Moderado, e ciente da simpatia que detém no eleitorado que gosta dele e que não aprecia Sócrates, o primeiro-ministro tem que apostar nas mulheres e nos jovens. Este é um eleitorado que o PSD ainda não mobilizou e que Portas tem estado a mobilizar. Sem jovens, o PS não tem maioria absoluta. E contra as mulheres, dificilmente a esquerda pode fazer um bom resultado. São dois trunfos do lado do PSD, que Paulo Portas não consegue desmontar com facilidade. E ainda que Portas e Sócrates se entendam melhor que Paulo Portas e Santana Lopes, as questões dos dinheiros das campanhas e da vida financeira dos candidatos pode vir ainda a fazer história, numa campanha onde a parte escura ganhou dianteira ao debate ideológico ou à escolha das medidas para governar o País. Pode ser este ainda um trunfo para o centro-direita?

Bes avança para a Galp sem Carlyle

O Banco Espírito Santo (BES) vai voltar a concorrer à compra de parte do capital da Galp, se o novo Governo decidir avançar com o processo. Porém, uma coisa é certa: não vai contar com a presença do grupo norte-americano Carlyle.

O presidente da instituição financeira, Ricardo Salgado, admitiu que “o dossier da Galp é muito especial no grupo BES.
Tudo o que tem a haver com a Galp é levado muito a peito e, portanto, a nossa participação foi, é, e provavelmente continuará a ser de interesse”, citou a Infobolsa. O que significa que mesmo sem o anterior parceiro norte-americano que, segundo Ricardo Salgado, «se retirou do processo», é provável “que se volte a constituir um consórcio com os mesmos parceiros nacionais, já que estes querem continuar (na corrida à Galp)”. Quando questionado se este grupo nacional que fazia parte do consórcio Luso-Oil estaria interessado em convidar um novo parceiro internacional, Ricardo Salgado disse apenas que «logo se verá». Refira-se que faziam parte do Luso Oil, para além da Carlyle (que liderava o agrupamento) e do BES, dos portugueses FomentInvest, Amorim, Olinvenste, Fundação Oriente e IP Holding.
Recorde-se ainda que na passada terça-feira o Governo, através do Ministério das Actividades Económicas decidiu manter inalteradas as condições do contrato assinado entre a Parpública e a Petrocer, no âmbito da aquisição por parte deste consórcio, de 40,79% da Galp Energia, adiando assim a resolução do processo para o próximo Executivo que tomar posse no próximo dia 20 de Fevereiro.

Sete querem Lusomundo

José Maria Ricciard confirmou ainda que «a Portugal Telecom tinha decidido convidar alguns grupos a apresentarem propostas ate ao dia 31, e foram sete os que entregaram. Estes grupos estão agora a ter acesso ao data room da empresa para que se quiserem entregar propostas firmes, que o possam fazer até ao dia 14 de Fevereiro”, refere a mesma fonte. Recorde-se que, segundo o Jornal de Negócios de quarta-feira, as sete propostas avançadas pertencem à Media Capital, aos espanhóis da Prisa, à Recoletos, ao grupo João Pereira Coutinho com os espanhóis da Vocento, à Cofina , à Joaquim Oliveira e à Sonaecom.

Moçambique – um caso exemplarpor Pedro Cid

Arrisco mesmo dizer que Portugal tem um potencial único de emigração qualificada, que devia ser canalizada para os PALOP

Espanta-me a pouca atenção que os órgãos de comunicação social portugueses dão à actualidade – política, económica, social, desportiva e de natureza internacional – dos países africanos de língua portuguesa e até de Timor, cujo esforço de reconstrução e alinhamento estratégico estão a passar completamente à margem da opinião pública portuguesa.
Angola, Moçambique e S. Tomé e Príncipe são três países que estão em trânsito acelerado de mudança, na qual os portugueses deveriam estar mais empenhados, quer do ponto de vista do estabelecimento de parcerias contínuas, nos mais diversos sectores, quer no conhecimento mais pormenorizado do que ali se vai passando. A RTP África vai dando alguns “cheirinhos”, mas absolutamente insuficientes, no sentido que de os espaços africanos de língua portuguesa precisam das nossas parcerias – na construção civil, na actividade bancária, nos professores, nos profissionais liberais, no turismo, no investimento empresarial, seja ele agrícola ou industrial.
Entendamo-nos: África não é um novo maná, estão definitivamente enterrados os conceitos coloniais que vigoraram muito para lá do que seria de desejar, mesmo após as independências. Nalgumas questões sensíveis ao nível da pura política de relações de Estado, por exemplo na cooperação militar, Portugal nunca deixou de estar presente. O conceito de cooperação é que foi subvertido, precisa de ser enterrado sem pompa, nem circunstância.
Hoje, pode dizer-se que Moçambique é uma pujante democracia em fase de consolidação. Há um poder e uma oposição, legitimados pelo voto, conscientes, cada qual do seu papel na vida do País. Há um Parlamento Democrático onde se espelham as diversas teses políticas, em absoluta liberdade de expressão. Há uma vontade colectiva de fazer de Moçambique um grande país, de acordo com as suas fantásticas potencialidades e os seus poderosos recursos naturais. A paz é um dado adquirido e pode mesmo dizer-se que é irreversível. Depois de uma prolongada guerra civil, não pode exigir-se mais, nem fingir que não há dificuldades. Claro que existem – Moçambique precisa de duas gerações para ser auto-suficiente em matéria de quadros
Para atingir níveis de preparação escolar, no secundário e na universidade. Para consolidar a rede das suas infra-estruturas em pleno. É aqui que entram os portugueses, com vontade de assumir novos projectos de vida. Arrisco mesmo dizer que Portugal tem um potencial único de emigração qualificada, que devia ser canalizada para os PALOP. Aquilo que ficou dito em relação a Moçambique pode também aplicar-se a Angola, também numa fase de intensa reconstrução. Ainda há dias apanhei na RTP África uma reportagem sobre um novo bairro em construção, com qualidade de fazer inveja a muitos condomínios fechados que por cá se apregoam. Quando oiço dizer ao eng. Sócrates que a sua primeira medida se for eleito primeiro-ministro tem a ver com a preocupação pelos licenciados sem trabalho, penso logo na falta que eles estão a fazer em Angola e Moçambique, obtendo as contrapartidas justas, em matéria de remuneração e de projecto de vida. O colonialismo passou, mas a história que deixou o legado comum da língua subsiste e a estima recíproca pelos cidadãos portugueses é maior do que a relação com emigrantes de qualquer outro país estrangeiro.
O Presidente Jorge Sampaio cumpriu exemplarmente a sua função da mais alta representação do Estado, ao deslocar-se ao Maputo para testemunhar a posse do novo Chefe do Estado moçambicano, Armando Guebuza, que foi, aliás, dilecto colaborador de Samora Machel. Guebuza foi temperado com o tempo, e a sua costela antiportuguesa de 1975 parece hoje muito atenuada.
Tenho comigo uma fotocópia de um manuscrito do Livro de Honra da Barragem de Cahora Bassa onde, em 17 de Setembro de 1986, Samora Machel escreveu, entre outras coisas, o seguinte: “Os trabalhadores moçambicanos e portugueses fraternalmente, juntando o suor do seu trabalho, garantem que este empreendimento sirva os interesses mais altos do desenvolvimento e prosperidade de Moçambique. Moçambicanos e portugueses consolidam aqui a unidade, a amizade e solidariedade cimentadas pelo aço e betão armado que produziu Cahora Bassa.”
A mensagem do primeiro Presidente de Moçambique, há quase 20 anos, precisa agora de ter continuidade. Muitos portugueses, se receberem os adequados estímulos podem
entroncar-se com os moçambicanos, numa parceria atractiva: obterem melhores condições de vida, que não teriam no rectângulo europeu e contribuir decisivamente para o progresso de grande país africano!