Teste: Renault Vel Satis 3.0 V6

Um carro capaz de despertar amor e ódio, mas que ninguém resiste a olhar. O Semanário guiou o Renault Vel Satis 3.0 V6 e a impressão final não poderia ser melhor.

Ou se gosta ou se odeia. Uma expressão utilizada muitas vezes em vão, mas que neste caso assenta, no verdadeiro sentido da palavra, que nem uma luva. Estamos a falar, obviamente, do Renault Vel Satis, uma das mais recentes apostas da marca francesa para conquistar o sector dos veículos de luxo.

Um carro de linhas bem diferentes daquelas que estávamos habituados a ver, e que tem ao longo destes meses de existência tem conquistado muitos admiradores e também alguns detractores.
Por isso mesmo e como se costuma dizer gostos não se discutem, aceitam-se passemos ao interior de Vel Satis.

E depois de entrar não é preciso esperar muito tempo para se perceber que, também neste caso, o Vel Satis, tem pouco ou nada a ver com os restantes. O espaço, o luxo, e o conforto são sem dúvida nenhuma três predicados que o Vel Satis consegue conjugar quase como nenhum outro. Tudo foi pensado ao pormenor. Desde a qualidade dos bancos ao eficaz sistema de navegação GPS, com recepção das informações do tráfego, e manobras automatizadas tão simples em outros carros como os limpa-vidros, ou o sistema de iluminação. Detalhes que fazem deste modelo, um carro que apetece conduzir. E por falar nisso quem optar por comprar o Vel Satis poderá contar ainda com um leitor de DVD e ecrã de cristais líquidos de 16/9, nos lugares traseiros.

Prestações condizentes

No que diz respeito à motorização o modelo experimentado vem equipado com um motor diesel 3.0 dCi, de 180 cv. Com um caixa automática de cinco velocidades as prestações anunciadas pela marca superam as expectativas tendo em conta alguns aspectos como o peso do carro, a rondar as duas toneladas. Mesmo assim a velocidade máxima anunciada é de 210 km/h e 10,5 segundos é o tempo dispendido pelo Vel Satis para atingir os 100 km/h.

Resta dizer que quem optar por comprar o Renualt Vel Satis 3.0 V6 terá que despender de 61. 610 euros (cerca de 13 mil contos). Uma verba, em tempo de crise, ao alcance de poucas bolsas, mas sem dúvida uma boa opção para quem está a pensar, mesmo assim, comprar um carro de luxo.

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