2020/10/21

Teste: Hyundai Santa Fé 2.0 CRDI 4WD

O design atractivo, a enorme versatilidade e o prazer que proporciona fazem do Hyundai Santa Fé um carro apaixonante

Desde que chegou ao mercado este SUV da Hyundai conseguiu, por mérito próprio, conquistar admiradores. O Milénio Semanário testou o Santa Fé CRDI 4WD e percebeu o porquê de tantos elogios.
A começar pelo design exterior, capaz de conquistar os mais cépticos nestas coisas das formas esquisitas, o Santa Fé distingue-se pelas suas linhas robustas, especialmente na secção dianteira, onde sobressai o volumoso pára-choques, as grelhas do radiador e a entrada de ar integrada no capot, bem como os grupos ópticos também de grandes dimensões. Um verdadeiro todo-o -terreno pensarão os mais distraídos nestas andanças.
No habitáculo o espaço é igualmente a palavra de ordem. Acolhedor e confortável quanto baste para que se passe algumas horas a conduzi-lo, quase sem se dar por isso, a consola central prima pela simplicidade e bom gosto. Todos os comandos estão facilmente ao alcance do condutor. Mesmo para que os mais irrequietos não se possam queixar, o Santa Fé disponibiliza a regulação em altura da coluna de direcção e do banco do condutor o permite encontrar rapidamente a posição de condução mais adequada. Os acabamentos apresentados são na sua generalidade de boa qualidade, e como equipamento proposto de série, para além do ABS, o Santa Fé 2.0 CRDi 4WD conta ainda com duplo airbag, direcção assistida, fecho centralizado com comando à distância, tecto de abrir eléctrico, faróis de nevoeiro, ar condicionado, alarme e imobilizador electrónico.
Em opção, a Hyundai propõe os airbags laterais, os estofos em pele e o auto-rádio com leitor de CD.

Prestações acima da média

Quanto ao motor desenvolvido em parceria com a Detroit Diesel, O Santa Fé 2.o CRDI 4WD, provou ser capaz de atingir desempenhos acima do que seria de esperar. A velocidade máxima anunciada é de 166 km/h e o consumo misto de 7.6 litros aos cem quilómetros percorridos. Valores que juntamente com o preço, a rondar os seis mil contos, permitem à marca nipónica enfrentar a concorrência com argumentos de peso.

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