2026/04/09

Líder do PS comenta aumento do desemprego

Ferro Rodrigues acusa Governo de seguir política orçamental errada

O líder do PS citou dados do Instituto Nacional de Estatística, segundo os quais, o desemprego passou de 4,2 por cento de 2001 para 6,2 por cento no final do ano passado,o que representa um aumento aproximado dos 50 por cento.

Segundo Ferro Rodrigues, estes resultados da economia portuguesa reflectem a consequência de políticas erradas seguidas pelo executivo de Durão Barroso e de este ter optado por seguir uma política orçamental errada em termos de objectivos e de instrumentos, tendo provocado uma quebra de receita e um aumento da despesa corrente.

A título de exemplo, Ferro Rodrigues referiu que o indicador de confiança dos consumidores portugueses é o mais baixo desde 1986, realidade esta que se estende a sectores como o comércio e a indústria.

Ferro Rodrigues defende adopção de “Medidas de Urgência”

Líder do Ps tece duras críticas ao Governo

O secretário-geral dos Sicialistas, defende a adopção de medidas de urgência que travem a retracção do crescimento económico, alertando ainda que o país já se encontra em recessão técnica desde Outubro passado.

Ferro Rodrigues afirmou estar seriamente preocupado com o aumento do desemprego, situação que afecta sobretudo os jovens e quadros com bacharelatos e licenciaturas.

O Líder do Ps teceu ainda fortes críticas ao executivo de Durão Barroso, acusando o Governo de “ter degradado de forma deliberada o clima de confiança do país”, e de “demonstrar anida não ter percebido a situação do país”.

Crise na NATO “não irá atrasar a guerra”

A França, a Alemanha e a Bélgica vetaram, esta manhã, qualquer tipo de apoio defensivo à Turquia no âmbito da NATO, receando provocar uma escalada no conflito contra o Iraque e minar os esforços diplomáticos em curso. Rumsfeld disse, no entanto, que a crise na Aliança não irá atrasar uma possível guerra.

O secretário de Defesa norte-americano, Donald Rumsfeld, afirmou que a actual crise no seio da NATO não irá atrasar uma possível acção militar contra o Iraque. Relembre-se que a França, a Alemanha e a Bélgica vetaram hoje qualquer tipo de acção defensiva aplicada no âmbito da NATO em território turco, receando uma escalada para a guerra contra o Iraque e a deterioração dos esforços diplomáticos.

A decisão destes três países está a provocar uma crise sem precedentes na Aliança, criando-se um impasse quanto ao papel da organização militar numa futura intervenção militar contra o regime de Saddam Hussein.

Os três governos em questão recusaram-se a disponibilizar meios de vigilância (aviões AWACS), mísseis Patriot e material anti-NBQ, para a Turquia.

Perante a posição assumida por Paris, Berlim e Bruxelas, o Governo de Ancara, evocou o artigo 4º do Tratado, tendo pedido um encontro, para esta tarde, de emergência da NATO para consultas com os restantes parceiros sobre uma eventual ajuda desta estrutura àquele país. Uma nova reunião com os embaixadores da NATO está marcada para amanhã.

Os Estados Unidos consideram a decisão dos três países “vergonhosa” e “indesculpável”, e de acordo com o correspondente da BBC em Bruxelas, Stephen Sackur, a contenda entre os Estados Unidos, e aquilo a que o secretário da Defesa, Donald Rumsfeld, chamou de “antiga Europa” poderá minar a solidariedade na Aliança.

França, Bélgica e Alemanha provocam crise na NATO

A França, a Alemanha e a Bélgica vetaram, esta manhã, qualquer tipo de apoio defensivo à Turquia no âmbito da NATO, receando provocar uma escalada no conflito contra o Iraque e minar os esforços diplomáticos em curso. A Turquia reagiu e convocou uma reunião de emergência para esta tarde com os embaixadores da NATO.

A França, a Alemanha e a Bélgica vetaram hoje qualquer tipo de acção defensiva aplicada no âmbito da NATO em território turco, receando uma escalada para a guerra contra o Iraque e a deterioração dos esforços diplomáticos. A decisão destes três países está a provocar uma crise sem precedentes na Aliança, criando-se um impasse quanto ao papel da organização militar numa futura intervenção militar contra o regime de Saddam Hussein.

Os três governos em questão recusaram-se a disponibilizar meios de vigilância (aviões AWACS), mísseis Patriot e material anti-NBQ, para a Turquia.

Perante a posição assumida por Paris, Berlim e Bruxelas, o Governo de Ancara, evocou o artigo 4º do Tratado e já pediu uma reunião de emergência da NATO para consultas com os restantes parceiros sobre uma eventual ajuda desta estrutura àquele país. A reunião com os embaixadores da NATO está marcada para esta tarde.

Os Estados Unidos consideram a decisão dos três países “vergonhosa” e “indesculpável”, e de acordo com o correspondente da BBC em Bruxelas, Stephen Sackur, a contenda entre os Estados Unidos, e aquilo a que o secretário da Defesa, Donald Rumsfeld, chamou de “antiga Europa” poderá minar a solidariedade na Aliança.

Monteiro sai após congresso popular

O ex-líder do CDS-PP, Manuel Monteiro, vai demitir-se do partido logo após o Congresso Nacional agendado para o próximo dia 21 de Março, no Porto. monteireitas dão o mote para a desmobilização total.

Desmobilização monteirista à espera do sinal
O SEMANÁRIO apurou que após a saída dos monteiristas Jorge Ferreira, Gonçalo Ribeiro da Costa, Nuno Correia da Silva e Francisco Peixoto, anunciada a semana passada, terá sido uma espécie de “primeira senha” para a desmobilização total dos apoiantes de Monteiro do CDS-PP.

A “segunda senha” será a demissão de Manuel Monteiro, que aproveitará as conclusões do próximo congresso para pedir a sua demissão.

O ex-líder popular estará apenas à espera da melhor altura para o fazer. E o momento que Monteiro irá aproveitar para entregar o seu cartão de militante no Largo do Caldas será logo após o próximo Congresso Nacional do partido.

Após as saídas de Nuno Fernandes Thomaz e de Diogo Pacheco de Amorim, logo a seguir ao último Congresso do CDS-PP há perto de um ano, juntaram-se na semana passada mais quatro militantes monteiristas de “primeira linha”.

Jorge Ferreira, Gonçalo Ribeiro da Costa, Nuno Correia da Silva e Francisco Peixoto apresentaram a sua demissão conjunta do partido.

Na carta demissionária enviada no final da semana passada para o Largo do Caldas, os quatro monteiristas afirmaram que “continuamos a acreditar nos mesmo valores, nas mesmas ideias e nos mesmos pressupostos, que nos levaram um dia a querer intervir politicamente.

Mas isso é hoje, na nossa opinião, incompatível com a manutenção neste partido”.O SEMANÁRIO soube ainda que Manuel Monteiro estava ao corrente da demissão dos seus opoiantes e que esta saída em grupo é o primeiro sinal para a desmobilização em bloco de todos os militantes monteiristas do CDS-PP.

O segundo passo, e derradeiro sinal, para a saída em bloco dos monteiristas, será dado pelo próprio Manuel Monteiro. O ex-líder popular avançará, logo a seguir ao congresso do Porto, com a sua demissão ao que se seguirá a demissão de todos os militantes monteiristas do partido.

Logo após a “desmobilização monteirista” do interior do Partido Popular, Manuel Monteiro começará a preparar um novo projecto partidário.

A estratégia de Monteiro passa por transformar o “movimento por uma Europa Nova” num novo partido de centro-direita que possa roubar o eleitorado descontente com a viagem do CDS-PP até ao centro, causada pela entrada do partido de Paulo Portas no Governo.

Manuel Monteiro avançará com o novo partido com vista a participar nas eleições para o Parlamento Europeu.