Touareg marca posição nos SUV

Estreado oficialmente no Salão de Paris de 2002, o Volkswagen Touareg marca o início da terceira ofensiva da marca no segmento dos automóveis de luxo, seguindo-se ao lançamento do Passat W8 e do Phaeton.

Tanto do ponto de vista estético, como no campo técnico, o Touareg representa um conceito que abre novos caminhos na classe mais elevada do mercado dos SUV (Sport Utility Vehicle).

Um mercado em expansão

Actualmente, o mercado dos veículos todo-o-terreno compreende três categorias distintas: modelos convencionais concebidos e equipados para a utilização em condições radicais, modelos SUV orientados para um estilo de vida ao ar livre e com características mais estradistas e os modelos capazes de dominar estas duas características.

Cada uma destas categorias tem as suas vantagens, mas, de uma forma geral, todas apresentam compromissos e limitações. Isto não se passa com o Touareg que, apesar das suas reais capacidades fora do alcatrão, oferece o conforto de uma berlina de luxo e prazer de condução e a eficácia dinâmica de um automóvel desportivo, desafiando os padrões habituais.

No arranque da comercialização, o Touareg conta com um motor a gasolina V6 de 3,2 litros e um Diesel V10 de 5,0 litros. O motor V6 dispõe de uma potência máxima de 220 cv e desenvolve um binário máximo de 305 Nm. Por sua vez, o V10 TDI desenvolve uma potência máxima de 313 cv e um binário máximo de 750 Nm, disponível às 2000 rpm. Em Abril estará disponível o motor 2.5 TDI de cinco cilindros em linha que dispõe de uma potência máxima de 174 cv.

O Touareg está equipado com uma caixa de velocidades de seis relações, manual ou automática, dependendo da motorização. A potência é transmitida às rodas através do sistema de tracção integral 4XMOTION, com caixa de transferências e três diferenciais (dianteiro, central e traseiro). A gestão electrónica da tracção integral comuta automaticamente a embraiagem mutli-disco do diferencial central.

Seat regista queda de 12,9% em 2002

Filial espanhol do grupo Volkswagen apresenta resultados

A Seat, obteve em 2002 lucros de 202,96 milhões de euros, o que representa uma queda de 12,9% face aos resultados alcançados no ano precedente.

Segundo o presidente executivo da empresa, Andreas Schleef, a companhia fabricou um total de 455,6 mil veículos, menos 5,1% do que em 2001.

“GTC Genève” mostra novo design Opel

A Opel vai dar a conhecer no Salão de Genebra o protótipo “GTC Genève” – a sigla GTC designa Gran Turismo Compact – no qual se nota vários dos traços de design que a marca vai utilizar no futuro. Linhas vincadas, superfícies suaves, faróis de efeito tridimensional, arcos de rodas pronunciados e pormenores quase talhados à mão, são os elementos fundamentais do estilo moderno do desenho da Opel.

No processo de concepção do “GTC Genève”, por comparação com o desenvolvimento de um modelo de produção, os desenhadores da Opel usufruiram de maior liberdade para experimentarem novas soluções. Por exemplo, o protótipo que a marca vai revelar em Genebra possui um tejadilho em vidro escurecido, que se estende do pára-brisas ao óculo traseiro.

Da mesma maneira, a equipa de design levou as proporções do GTC ao extremo (comprimento/largura/altura: 4,349/1,773/1.352 metros).

A forma vincada em seta das secções dianteira e traseira do “GTC Genève” são bons exemplos do dinamismo que a carroçaria transmite. «A forma aguçada começa logo junto aos guarda-lamas, sublinhando a colocação das rodas nos extremos da carroçaria», explica Friedhelm Engler, Desenhador-Chefe do estúdio de design de automóveis compactos da Opel.

«A par de uma silhueta baixa e do tejadilho curvo, isto cria uma poderosa tensão que faz o GTC parecer como se estivesse pronto a arrancar de súbito.»
Os grandes grupos ópticos dianteiros e traseiros, construídos sob um princípio tridimensional, «têm a aparência de faces polidas de uma jóia», diz Engler.

E acrescenta que os desenhadores não limitaram este tema apenas ao arranjo das lâmpadas, «alargando-o também à forma harmoniosa como os conjuntos estão integrados na carroçaria. O fascínio dos desenhadores pelo detalhe está igualmente patente nos grupos ópticos traseiros. Os cilindros que albergam as lâmpadas parecem ter sido moldados a partir de uma única peça.

Esta forma reaparece na disposição da terceira luz de travagem, colocada por cima do vidro traseiro», conclui.

O habitáculo do “GTC Genève” possui bancos e revestimentos em caxemira e couro castanho. O tablier, concebido sem qualquer dispositivo electrónico, integra superfícies de cor cinza escura.

Algumas destas áreas assumem um destaque especial, representando «um corte deliberado com a ideia vigente de que o alumínio é símbolo de imagem desportiva», acrescenta Friedhelm Engler.

Vendas de automóveis na Europa caem em 2002

As vendas de veículos na União Europeia caíram 2,8% em 2002. Segundo dados da Associação de Construtores Europeus de Automóveis, Portugal foi o país comunitário a registar a maior descida de vendas.

Portugal foi o país comunitário com a maior quebra de vendas de automóveis em 2002. Uma redução de 11,4%, correspondente a 226.129 unidades transaccionadas. Nos 15 países da UE foram vendidas 13,99 milhões de unidades, valor que contrasta com as 14,4 milhões registadas em 2001.

Audi A4 com novo motor 190 CV

A marca alemã acaba de reforçar a sua oferta com um motor 1.8 Turbo de características desportivas.

O Audi A4, nas versões Limousine e Avant,conta agora com um motor 1.8 Turbo de 190 CV. A nova versão do bloco, a primeira a ser comercializada de série com uma caixa manual de seis velocidades, é proposto a partir de 40.089 euros para a versão Limousine enquanto o enquanto o modelo Avant apresenta um valor desde 41.440 euros.